Nasci em 1979 em Astúrias [Espanha]. Estudei Ciências Empresariais na Universidade de Oviedo e em 2000 me mudei para Londres.
Desde 2001 resido em São Paulo onde me formei como Tecnólogo em Design de Multimídia pela Faculdade SENAC de Comunicação e Artes.
Como profissional desenvolvi projetos artísticos de multimídia,São vídeos que mostram alguns frames do meu cotidiano. O registro é feito de maneira simples, em condições técnicas básicas e de maneira espontânea. Não tem textos e ocasionalmente tem áudio. Algumas partes são interativas. Acompanhado de rádios de internet, o usuário entra no Videoblog e encontra um banco de dados de vídeos, organizados cronologicamente e montados encima de fortes significados, construindo uma gramática visual própria.
Com a peculiaridade intrínseca do loop, os diferentes ângulos que retratam o mesmo objeto, a velocidade de conexão e as características de cada computador, cria-se uma leitura diferente e única em cada instante. O Videoblog é espontâneo, mas não impensado. É produzido de maneira simples, o que não quer dizer que seja banal. Ele toca questões fundamentais do nosso tempo, pelos conteúdos dos seus vídeos, e pela própria maneira em que é idealizado.
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Em 19 de Abril de 2006 a jornalista Adriana Ferreira fez uma matéria na Folha de São Paulo sobre videoblogs artísticos, destacando o Videoblog Feitoamouse
Arte Na Blogosfera [Adriana Ferreira Silva]
"Uma subversão ocorre na blogosfera: alguns artistas estão transgredindo o formato mais conhecido dos blogs, de diários virtuais e de sites de notícias, e criando uma categoria de arte eletrônica batizada de blog arte.
Como é isso? Num blog convencional, a página de abertura geralmente traz uma série de tópicos, com datas, imagens e comentários do autor logo abaixo. No subvertido, do fundo da tela saltam animações, desenhos, músicas, vídeos, que, num clique, podem se transformar em uma cascata de janelas coloridas e dominar o computador do usuário.
Este efeito, que pode ser um tanto desesperador para os desavisados, foi utilizado pela dupla Rick Silva e Jimpunk para remixar uma obra do francês Marcel Duchamp, numa série de ‘ready-mades’ que está no Screenfull, site que contabiliza mais de 100 mil visitas.
Criado por Silva, 27, brasileiro radicado nos Estados Unidos que o assina sob o codinome Abe Linkoln, e pelo francês, de identidade desconhecida até por seu parceiro, o Screenfull é citado por net artistas como o melhor exemplar de blog arte, com seu mix de vídeo, animação, grafismos e música, que lhe rendeu resenhas elogiosas do museu de arte digital Rhizome.
‘O que mais me fascina é que eles [Silva e Punk] pegaram o formato de blog e embaralharam todos os parâmetros’, diz Marcus Bastos, 31, professor do curso de mídias digitais da PUC-SP. ‘Eles fizeram um layout completamente fora do tradicional, com um ‘postzinho’ depois do outro.’
A artista e pesquisadora Giselle Beiguelman, 43, também o destaca: ‘O Screenfull é o único blog que chegou ao limite’, diz. ‘É uma somatória de quebra de regras. Tudo o que não é para fazer eles fizeram. Tem imagens gigantescas e animações no fundo da página’, exemplifica.
Silva, que mantém outros trabalhos de web arte no ar, define o Screenfull como uma ‘performance’. ‘Para mim, é como a idéia de happening do Fluxus’, diz ele, comparando-o com o movimento artístico dos anos 60, que agregava John Cage, Nam June Paik e Yoko Ono.
‘O que acontece com a net arte pessoal é que você faz um clique aqui, outro ali, e não precisa voltar mais ao site’, acredita Silva. ‘Mas, com o nosso, as páginas mudam completamente. Há pessoas que vêm todo o dia para checar, porque sabem que vai mudar. Por isso é uma performance.’
Sobre Jimpunk, que tem outros trabalhos de net arte na rede e faz questão de manter o anonimato, Silva ‘acha’ que ele é francês e que nasceu em 1966. Eles se conheceram na rede, conversando sobre cultura, e passaram a fazer trabalhos juntos. ‘Não sei nada sobre ele, só que é um mestre.’
Brasileiros
De acordo com o site de buscas especializado Technorati, o universo dos blogs hoje é de cerca de 35 milhões de endereços. O boom ocorreu, principalmente, pela facilidade de manusear o formato.
Para um web artista, que costuma desenvolver seus próprios softwares de criação, trabalhar com um blog é muito fácil. Mesmo assim, ainda não há muitos adeptos da blog arte no Brasil.
Um dos primeiros a se aventurar na blog, ou melhor ‘vlog arte’ -de videoblog-, foi o espanhol radicado em São Paulo Nacho Durán, 26, que mantém seu Feito a Mouse desde 2003.
No site, Durán coloca vídeos manipulados que podem ser vistos de vários ângulos, acompanhados de trilha sonora.
Sua inspiração, conta, vem da videoarte. ‘Trabalho com narrativas simultâneas e com o loop, que permite construir vários tipos de leituras’, explica Durán.
Atualmente, ele está atualizando o videoblog para torná-lo colaborativo. ‘As pessoas poderão enviar trabalhos’, conta. ‘Também estou fazendo um software que vai permitir mixar os vídeos, trocar de lugar e mudar as cores, como se fosse um VJ [videojóquei] on-line.’
A baiana Andrea May, 40, vocalista da banda tara-code, também mantém um site com imagens, frases, fotos, cujo efeito acontece quando o espectador sobe e desce o mouse rapidamente.
‘Aproveito minhas canções e desenhos para compor o espaço do blog, como se fosse uma tela’, descreve May. ‘Quando há apenas uma tela, o espaço é limitado. O interessante do blog é que ele pode ter diversas tramas.’
Making of
Se alguns o subvertem, há os que mantêm o formato original e transformam o blog em uma espécie de making of de suas obras, como o videoartista Daniel Seda, 32, autor do projeto Telepatia.
Seda montou um site em 2001 e passou a usá-lo como diário de anotações para o roteiro de um filme. Depois, construiu um videoblog para incluir cenas das filmagens. ‘Reuni trechos de três minutos, com os textos que geraram os fragmentos de vídeo.’
Quando terminar, ele pretende fazer um DVD. ‘Mas pode ser também uma instalação interativa, que tenha textos e vídeos’, divaga Seda. ‘Encaro ambos como parte da obra.’
Pop arte
Para os interessados, é possível acompanhar as novidades do mundo da blog arte em uma galeria on-line. Os curadores são os entusiastas Rick Silva e a norte-americana Marisa Olson, artista e editora do museu Rhizome.
O site traz uma lista de links, com amostras de diversos tipos de blog e vlog arte, além de bizarrices, como o Universal Acid, série de performances de Silva e Olson, durante o Réveillon de 2006.
Olson, 28, defende que a blog arte é uma nova forma de pop arte. ‘A pop arte lidava com a comunicação de massa, com temas como mercadorias e produtos de entretenimento’, explica. ‘A blog arte fala sobre todas essas coisas, e acho que, como a pop arte, é fácil para as pessoas entenderem.’
Resta saber se haverá um Andy Warhol dessa nova onda."

O portal Claro Idéias fez em 2005 a vídeo-reportagem 'A fevre dos videoblogs', onde foram exibidos vídeos do videoblog.
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2005-2007, aplicativo interativo 3D em DVD-ROM (Des)construção experimental das principais obras do artista franco-espanhol Manu Chao. Elementos considerados relevantes de diversas mídias foram extraídos no processo de desconstrução com o objetivo de criar um sistema que possibilitasse inúmeras releituras do universo criativo de Manu Chao. A obra deste artista problematiza conceitos de fundamental importância neste começo de século XXI, como local e global, legalidade e marginalidade, valores morais e valores financeiros. Assim,”Desconstruindo Manu Chao” propõe a criação de um ambiente no qual as fronteiras se confundem e, a partir da estética da remixagem, arquivos reciclados constituem e alimentam ambientes imersivos. |
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Com colaboração de Mariana Rillo. O trabalho foi apresentado como vídeo-instalação na exposição 'Bits Flexíveis' no Museu da Imagem e do Som de São Paulo,
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2003-2005, aplicativo interativo em CD-ROM O caos da cidade inspirou este trabalho, com seus veículos e pessoas em constante movimento, construções e demolições, luzes e sombras, imagens da cidade que nos remetem a John Cage, artista inovador que compunha música eletrônica escolhendo as notas aleatoriamente e terminava criando obras tão complexas quanto as compostas com uma ordem preestabelecida. Obra do acaso? É a ordem do caos. Escolhidas aleatoriamente, as pessoas são as "notas" que compõem a musicalidade da cidade. Integram, modificam e constroem a cidade. As imagens da cidade, no "A Cidade Utópica", são escolhidas aleatoriamente pelo espectador para compor um filme. Estas imagens do cotidiano fazem contraponto com a "imagem" utópica desejada pelos entrevistados. A "realidade" e o "sonho" aí são um paradoxo. Essas reflexões surgirão dos paradoxos criados pelo espectador-criador ao montar seu próprio filme, a partir de nossa visão da cidade (recortes de imagens e sons) e do desejo dos seus habitantes pela possibilidade de uma cidade utópica (depoimentos, voz). O CDROM interativo "A Cidade Utópica" contem quarenta e nove clipes colocados em sete diferentes páginas com sete clipes cada uma. Cada uma das páginas representa um dos sete pecados capitais, tão presentes na metrópole. As páginas são acessadas através do menu humanizado (homem-mulher em um só corpo), numa referência à analogia corpo-cidade, através dos sistemas viários, de água e esgotos, de energia, comunicação e dos sistemas vitais: respiratório, digestivo, circulatório, nervoso. |
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| Desenvolvido em colaboração com Fernando Velázquez, Clício Barroso, Leonora Fink e Alexandre Braso. Esteve presente nas exposições ‘450 anos da cidade de São Paulo’ na Câmara Municipal de São Paulo (2004), no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de São Paulo (2005) e do Rio de Janeiro (2006). |
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2006, aplicativo interativo em DVD-ROM] É um aplicativo sobre a banalização de conceitos advinda da popularização das mídias digitais. Através de vídeos produzidos a partir de materiais diversos pode-se notar a variedade de significados que os três conceitos escolhidos para serem trabalhados no aplicativo podem adquirir, de acordo com a situação e a intenção. Desenvolvido em colaboração com Mariana Rillo. Esteve presente no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de São Paulo (2006) e do Rio de Janeiro (2007). |
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2004, aplicativo interativo em CD-ROM Desenvolvido em colaboração com Mariana Rillo. Esteve presente no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (2004). |
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Motomix Art Festival 2007, vídeo instalação interativa controlada por celular |
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| SP_Mobile é uma vídeo-instalação interativa que permite visualizar e manipular arquivos de vídeo é áudio através de qualquer dispositivo móvel equipado com uma câmera fotográfica. Ao se posicionar na frente da projeção, o interator fotografa uma das três cores (vermelho, verde ou azul) fixadas na parede/chão ou grava um vídeo com combinações entre estas cores. Ao apontar o seu dispositivo para a tela, mostrando a fotografia/vídeo capturado, o participante controla uma interface de VJ que lhe permite alterar propriedades das imagens (tamanho, posição, transparência, etc) e dos sons (volume, balance, etc). Também pode mixar entre vários vídeos e aplicar efeitos com interferências aleatórias. A interação se da de duas formas diferentes: através da identificação dos movimentos do dispositivo móvel do participante e através do teclado de um telefone celular especialmente preparado e que envia comandos via Bluetooth ao sistema para trocar os vídeos e sons mostrados na projeção. O material que compõe o banco de dados de vídeos e sons apresenta a cidade de São Paulo sobre a perspectiva do movimento e as características dos dispositivos móveis. O sistema foi desenvolvido com o programa de código aberto VVVV. | |
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Produzida em colaboração com Fernando Velázquez e Francisco Lapetina (Uruguai) e com a assistência de Guido Otero. | |
2006-2007, vídeo-instalação interativa controlada por tela touchscreen |
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| O trabalho consiste na exploração lúdica do corpo através do meio virtual. Esta exploração se dá em forma de jogo: um quebra-cabeças de imagens em movimento. As imagens mostram a performance de uma mulher nua – a artista Alessandra Cestac – em um ambiente em ruínas – o edifício localizado na Avenida Prestes Maia, nº 911, em São Paulo, ocupado por sem-tetos no momento das gravações. O vídeo é dividido em pedaços, que podem ser movimentados e montados pelo interator. Dessa forma, o público vê-se intimado a tocar no corpo da artista à medida que vai montando seu próprio quadro em movimento. Ao resolver o quebra-cabeças o interator pode optar por redistribui-lo em peças menores. A obra é mais imersiva se utilizado um monitor touchscreen em que o interator, para movimentar as peças, toca no corpo virtual da performer. A trilha sonora é construída aleatoriamente e em stereo de acordo com a movimentação e a posição das peças. | |
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Realizado por Mariana Rillo-ARG, Nacho Durán-ESP, Marcelo Ferreira-BRA, Dirk Böll-ALE, Enrique Bernacchi-ARG e Alessandra Cestac-BRA Esteve no 1º Festival de Arte Digital de Belo Horizonte (2007) e no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de São Paulo (2008). | |
2005-2007, vídeo-instalação interativa 3D controlada por joystick (Des)construção experimental das principais obras do artista franco-espanhol Manu Chao. Elementos considerados relevantes de diversas mídias foram extraídos no processo de desconstrução com o objetivo de criar um sistema que possibilitasse inúmeras releituras do universo criativo de Manu Chao. A obra deste artista problematiza conceitos de fundamental importância neste começo de século XXI, como local e global, legalidade e marginalidade, valores morais e valores financeiros. Assim,”Desconstruindo Manu Chao” propõe a criação de um ambiente no qual as fronteiras se confundem e, a partir da estética da remixagem, arquivos reciclados constituem e alimentam ambientes imersivos. |
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Com colaboração de Mariana Rillo. O trabalho foi apresentado como vídeo-instalação na exposição 'Bits Flexíveis' no Museu da Imagem e do Som de São Paulo,
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2003, website interativo PIXZLE tem relação com as imagens, fotografias, desenhos e mensagens que existem em nosso imaginário, que nosso cérebro utiliza para que nós possamos interagir com o ambiente, com tudo à nossa volta. A forma de representação é de uma fábrica de quebra cabeças digital. |
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Desenvolvido em colaboração com Leonora Fink. Esteve presente no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de São Paulo (2005) e do Rio de Janeiro (2006). | |
2008, website interativo Movblog (mobile + video + web + log) geo-localizado. |
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2007, série de 4 vídeos para celular, 4 x 1'51'' Gravações feitas com celular de uma viagem pela região peruana de Madre de Dios que mostram as influências da colonização, da mudança climática e da globalização sobre os nativos, dois caminhoneiros detidos pelo alagamento de um rio no povoado de Alerta. As paisagens sonoras e visuais, desde vários meios de transporte que percorrem a área de transição entre a cordilheira dos Andes e a selva amazônica, foram desconstruídas, sincronizando o áudio (quadrifonicamente) e as imagens em loops para formar um conjunto a ser tocado por quatro celulares ao mesmo tempo. Quatro fones de ouvido intercambiáveis conetados sem fio via bluetooth permitem escolher o áudio de um celular para cada ouvido. | |
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Foi apresentado como vídeo-instalação no 2º Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis em Belo Horizonte (2007) e como vídeo na 21ª Mostra do Audiovisual Paulista em São Paulo (2007) e no 1º festival de video arte online HTTP VÍDEO (2008). | |
2007, vídeo para Internet, 1'54'' Dispositivo imaginário para hacking de câmeras de vídeo.ip e comunicações por vídeo.conferência. |
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2007, vídeo para Internet, 1'33'' Mashup de línguas, ditos populares ('pra lá de Marrakech', 'todos os caminhos vão dar a Roma' e 'aquí y en Pernambuco'), panorâmicas (Marrakech, Roma e Recife) e músicas de três continentes. |
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2007, vídeo para Internet, 3'00'' Mashup do documentário 'Good copy, bad copy'.. |
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2007, vídeo para Internet, 3'10'' Mashup do documentário 'Good copy, bad copy'. |
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2007, vídeo para Internet, 2'25'' Mashup do filme 'O Imigrante' de Chaplin, da música 'Clandestino' de Manu Chao, do rio Pará e das bandeiras e músicas dos países: Angola, Bolívia, Colômbia, Argélia, China, Nigéria, México e Brasil. |
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2006, VJclipe, 1'29'' Com VJ Marilot. |
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2006, VJclipe, 1'47'' Produzido com VJ Marilot para a música 'Balancê' do ganhador do Concurso de Remixes de Marchas de Carnaval da Rede Globo, o DJ Kim Pereira. |
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2005, VJclipe, 1'29'' Com VJ George. |
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2006, VJclipe, 3'06'' Fotos de Ida Feldman e música (Meeting Paris Hilton) da banda Cansei de Ser Sexy. Participou do Festival Mix Brasil 2006 (São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília), na 21ª Mostra do Audiovisual Paulista (2007) e na Mostra 'O Cinema de Aron Feldamn' do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (2008). |
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2006, VJclipe, 1'41'' Fotos de Ida Feldman e música de Tetine. Participou na 21ª Mostra do Audiovisual Paulista em São Paulo (2007) e na Mostra 'O Cinema de Aron Feldamn' do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (2008). |
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2005, Iintervenção urbana, website, vídeo-instalação Mosaicópolis é um trabalho de conexão entre 3 cidades brasileiras - São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro - que se dá por meio de 4 câmeras instaladas em quatro pontos distintos destas cidades, registrando um aspecto particular de suas diferentes paisagens urbanas. Em cada uma destas câmeras pode se ver o fragmento de um grande desenho na cor vermelha, cuja totalidade só pode ser percebida por meio da internet ou nos locais dos shows do Motomix Art Festival 2005. Dessa forma este desenho adquire uma super dimensão espacial, unificando geografias remotas e distintas numa única imagem. | |
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Trabalho realizado em colaboração com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva, Guilherme Galarraga, Alessandra Marder, Felipe Morozini, Aline Xavier, Steffania Paola e Mariana Leal. Foi produzido e apresentado durante o Festival Motomix 2005, nas cidades de Porto Alegre (Cais do Porto), Rio de Janeiro (Clube do Flamengo) e São Paulo (Espaço das Américas). | |
2007, vídeo-instalação, loop de 1'51'' Gravações feitas com celular de uma viagem pela região peruana de Madre de Dios que mostram as influências da colonização, da mudança climática e da globalização sobre os nativos, dois caminhoneiros detidos pelo alagamento de um rio no povoado de Alerta. As paisagens sonoras e visuais, desde vários meios de transporte que percorrem a área de transição entre a cordilheira dos Andes e a selva amazônica, foram desconstruídas, sincronizando o áudio (quadrifonicamente) e as imagens em loops para formar um conjunto a ser tocado por quatro celulares ao mesmo tempo. Quatro fones de ouvido intercambiáveis conetados sem fio via bluetooth permitem escolher o áudio de um celular para cada ouvido. | |
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Foi apresentado como vídeo-instalação no 2º Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis em Belo Horizonte (2007) e como vídeo na 21ª Mostra do Audiovisual Paulista em São Paulo (2007) e no 1º festival de video arte online HTTP VÍDEO (2008). | |
Em 2007 recebi uma Menção Honrosa na 7ª edição do Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia pelo projeto 'Partidas-Chegadas', apresentado junto a Marcus Bastos.
“partidas . chegadas” investiga como o espaço estrutura narrativas interativas, relacionando movimento do mouse e deslocamento físico. O site é um desdobramento de “radicais livre(o)s”, documentário que explora técnicas de edição espacial em discurso polifônico sobre a idéia atual de liberdade, e “Interface Disforme”, vídeo interativo que sobrepõe elementos em múltiplos pontos-de-fuga (oferecendo vários pontos-de-vista sobre os temas “liberdades”, “ruídos” e “imagens”). Sua interface online permite editar, salvar e copiar clipes sensíveis à posição geográfica em que são criados, e textos traduzidos automaticamente para o idioma falado no ponto onde aparecem. Em “partidas . chegadas”, o usuário navega por um mapa com posições GPS colhidas em trajeto de São Paulo a Trieste e Viena. |
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2005, Iintervenção urbana, website, vídeo-instalação Mosaicópolis é um trabalho de conexão entre 3 cidades brasileiras - São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro - que se dá por meio de 4 câmeras instaladas em quatro pontos distintos destas cidades, registrando um aspecto particular de suas diferentes paisagens urbanas. Em cada uma destas câmeras pode se ver o fragmento de um grande desenho na cor vermelha, cuja totalidade só pode ser percebida por meio da internet ou nos locais dos shows do Motomix Art Festival 2005. Dessa forma este desenho adquire uma super dimensão espacial, unificando geografias remotas e distintas numa única imagem. | |
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| Trabalho realizado em colaboração com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva, Guilherme Galarraga, Alessandra Marder, Felipe Morozini, Aline Xavier, Steffania Paola e Mariana Leal. Foi realizado e apresentado durante o festival Motomix Art Festival 2005, nas cidades de Porto Alegre (Cais do Porto), Rio de Janeiro (Clube do Flamengo) e São Paulo (Espaço das Américas). | |
2005, performance sonora urbana Realizado junto com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva e o DJ Alex Kidd. Foi apresentada durante o festival Motomix 2005 nas ruas de Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. | |
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Em 2006 participei do coletivo Project Band, assistindo nos workshops de 'VJing' aos VJs Spetto e Oswaldinho. O resultado de duas semanas de trabalho foi apresentado durante o Motomix Art Festival, no Espaço das Américas.
No workshop produzimos conteúdo para celular (vídeos e protetores de tela).
O projeto Corposcópio é uma instalação cíbrida que integra dois mundos. Por um lado, os participantes são convidados a vivenciar uma atividade muito antiga e presente em diversas culturas do mundo: as danças circulares. A proposta é estimular a experiência da riqueza ritual presente nas danças realizadas em círculo, de mãos dadas. Tais danças têm uma grande capacidade de agregar pessoas em grupos colaborativos. Por outro lado, questões referentes ao cotidiano tecnológico são propostas a partir da utilização de imagens midiatizadas, bancos de dados e remixagens. Nesse sentido, Corposcopio utiliza elementos tais como câmeras de vigilância, tecnologias móveis, aparelhos de telefone celular, estética do banco de dados, projeções e manipulações de imagens em tempo real.
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Grupo de pesquisa dirigido pela pesquisadora e artista Lúcia Leão, formado por artistas de diferentes áreas Fernando Velázquez, Rodrigo Gontijo, Dudu Tsuda, Leonora Fink, Giselle Fink, Andrea Leoncini e Andrea Soares (do Babado de Chita).
Fez performances participativas em 2006 no evento 'Percepções & Sentidos: Corpo, Comunicação e Relações Midiáticas'
O projeto é composto por três sistemas que se integram na atividade. O primeiro, composto pelos sistemas de captação e manipulação de imagens em tempo real, evoca o mundo dos VJs, da software arte e das tecnologias móveis. Nesse mundo de imagens, todo o grupo dialoga e se integra em remixagens, releituras e fragmentos. O segundo compõe a paisagem sonora, ambiente vibracional que interage com os participantes, em um diálogo co-criatvo. O terceiro mundo é criado pela interação das coreografias e os corpos dinâmicos. Nas versões que realizamos, foi evidente a importância da presença das coreógrafas na interação inicial com os participantes, na maneira de abrir o convite e conduzir as explicações dos passos. Os diálogos vivenciados extrapolam os níveis verbais e alcançam níveis sutis, de olhares, posições dos membros, bem como movimentos respiratórios.
O projeto Corposcopio conjuga três níveis de relações. No primeiro, buscou-se trabalhar com a percepção e o estímulo dos sentidos. A vivência da dança circular é altamente poderosa no sentido de gerar uma percepção do corpo como elemento dinâmico dentro de um corpo maior, o corpo do grupo. A escolha de músicas também teve por objetivo gerar integração entre os participantes. A seleção envolveu: músicas tradicionais brasileiras (cirandas, jongos e cocos): e músicas tradicionais de várias culturas (grega, israelense, nórdicas, escocesas, colombianas, entre outras). A experiência também se reforça a partir da projeção das imagens de corpos dos participantes e da criação de um corpo colagem, composto por fragmentos de corpos e interferências gráficas relacionadas a narrativas pessoais. Todos esses aspectos compõem o nível estético.
O segundo nível corresponde aos atos vivenciados nas possíveis interações. O projeto parte de uma asserção de repudio à espetacularização e assim, o caráter interativo é incentivado e constituinte da proposta. Logo no início da atividade, os participantes são convidados a se aproximarem do espaço integrador e compor a roda. Várias vezes, as pessoas que não aceitam o convite acabam participando num segundo momento, ao perceberem o envolvimento dos demais. Uma outra possibilidade de ação diz respeito à atividade de registrar imagens dos corpos em movimento e enviar por Bluetooth para a mesa de imagens, onde operam os VJs.
O terceiro nível compreende as relações lógicas que os participantes estabelecem com o processo. A proposta tem por objetivo instigar a percepção das múltiplas dimensões nas quais nossos próprios corpos transitam e uma reflexão sobre a atual condição cíbrida em que vivemos. Em outras palavras, o projeto evoca o corpo como um índice nos bancos de dados dos sistemas de vigilâncias e nos sistemas de informação e, ao mesmo tempo, o corpo em movimento e como um elemento ativo na constituição do grupo. Nessa zona de interstício, nessa vivência nômade e cambiante, o projeto se realiza como um discurso de expansão de consciência, pois, por mais paradoxal que pareça, somos, ao mesmo tempo, agentes determinantes nos grupos que compartilhamos e peças duplicadas, corpos sem órgãos nos sistemas informacionais.
ou VJ Nach ou VJ Natch ou VJ Natcho ou VJ Natxo ou (VJ) Nacho Durán
Desde 2007 faço parte do coletivo internacional Contrabando que faz apresentações no Brasil, Espanha e Portugal dentro da plataforma Tourture.
TOURTURE é uma plataforma móvel e internacional formada por uma rede de artistas independentes no âmbito da extrema desconstrução estética do arte eletrônico.
Surge a partir da necessidade por parte dos artistas de ter o poder e a capacidade de difundir internacionalmente sua música e imagens sem precisar acudir ao sistema da indústria tradicional e as estruturas hierárquicas que caraterizam o setor artístico popular. O modelo TOURTURE propõe se baseia no intercâmbio de conhecimentos e a eleição do nível de implicação individual, aproveitando a cena artística ao nível local para alcançar uma audiência internacional.
O Coletivo Virtual é "a cola" dos retalhos sonoros e visuais. Une dados caóticos da Internet, para transformá-los em arte. Junta as peças do quebra-cabeça, conferindo a cada pedaço, a cada loop, um sentido, um significado. O Coletivo estende suas ações para a criação, e toma consciência, no momento do ato de apresentação, de que nada que é inventado pertence a uma pessoa, ou uma organização.Tudo que temos hoje em dia é derivado do estudo, esforço e às vezes sorte de toda uma humanidade que passou atrás de nós. Portanto o conhecimento não deve ser retido, deve ser dividido. Porque do conhecimento deriva a criação.
Desde 2004 colaboro com o Coletivo Virtual comandado por VJ Beterun, produzindo vídeos e realizando as apresentações:
Coletivo e Festival inglês de música e imagens extremas.
Grupo de pesquisa dirigido pela pesquisadora e artista Lúcia Leão, formado por artistas de diferentes áreas Fernando Velázquez, Rodrigo Gontijo, Dudu Tsuda, Leonora Fink, Giselle Fink, Andrea Leoncini e Andrea Soares (do Babado de Chita).
Projeto do artista multimídia uruguaio Fernando Velázquez.
O coletivo está formado por Mariana Rillo (Argentina), George Queiroz (Belo Horizonte) e Nacho Durán (Espanha). Fizeram colaborações Dirk Böll (Alemanha), Alessandra Cestac (São Paulo), Dê Portela (Brasil), Camilla Ribas (São Paulo), Marcelo Ferreira (Brasil) e Enrique Bernacchini (Argentina). Com o coletivo TeleKommando VJs nos apresentamos em mostras e festivais,
E também fizemos workshops de VJing, produzimos VJclipes para TV e celular, o aplicativo para VJing 'Vedute' e a vídeo-instalação interativa 'Desmanche'. |
Foi apresentado na Mostra Hipersônica 2004 (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica de São Paulo). |
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É um aplicativo para Vjing que remixa, baseado em comportamentos randômicos, imagens estáticas. O projeto ‘randoX’ fez parte do grupo de pesquisa sobre danças circulares, VJing e tecnologias sem fio ‘Corposcópio’. |
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| O randoX também foi apresentado em palestras dentro de Festivais e Mostras da cultura do Vjing: Forum Eletrônica de Mídias Espandidas, na Casa do Conde (Belo Horizonte, 2005), na Mostra VJ-Br-II no Instituto Telemar (atual Instituto Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2005) e no Festival Visual Brasil (Barcelona, 2008) |
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É controlado por um joystick para navegar pelas telas da adaptação audiovisual do quadro do pintor italiano Giovanni Paolo Panini

Desenvolvi estudos e pesquisas. Fiz consultoria, orientação e análise de projetos na área de design e produção de multimídia, principalmente Internet e dispositivos portáteis.
Realizei atividades de criação, desenvolvimento e gerenciamento de objetos multimídia institucionais e artísticos.
Sei mexer em vários softwares de design, edição de áudio e vídeo, 3D e VJing; com celulares, PDAs, Bluetooh, Midi e outros; com Windows, Linux e Mac;
Programo em várias linguagens, entre as que mais gosto estão Lingo, ActionScript e vvvv.
A Feitoamouse Produtora de Multimídia foi fundada em 2004 pelos sócios Mariana Rillo e Pamela Salazar e esteve operativa até maio de 2008.
Gestão contábil e de pessoal da empresa; Atendimento ao cliente; Elaboração de propostas; Formatação de projetos;
Coordenação de equipes de produção, instalação e desenvolvimento de conteúdo. Montagem de equipamentos informáticos e audiovisuais em eventos. Formatação, produção e promoção de oficinas e palestras.
Criação de identidade visual e desenvolvimento de CD-ROMs/DVD-ROMs interativos.
CD-ROM 'Ação Família',Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo. Apresentação institucional do projeto. |
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CD-ROM do Seminário Nacional de Resíduos Sólidos da ABES. |
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CD-ROM com as apresentações feitas durante o SUFFIB. |
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Criação de identidade visual para Internet. Desenvolvimento e manutenção de websites. Criação e implementação de sistemas de gerenciamento de conteúdo. Webmaster.
Galeria Baró Cruz,Design e programação [ASP + PHP + ActionScript] do website. Com sistema de gerenciamento de conteúdo próprio. |
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Design e programação [HTML + PHP + ActionScript] do website do artista e pesquisador Marcus Bastos. Com sistema de gerenciamento de conteúdo [Joomla]. |
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Design e programação [HTML + PHP] do website de vendas de produtos artesanais de comércio justo. |
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Cinemateca Brasileira, 2006. Design e programação [HTML] do website da Mostra |
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Motorola (Motomix 2005), Wide Produções e Divina Comédia. Design e programação [HTML + ActionScript] do hotsite da intervenção urbana e vídeo-instalação Mosaicópolis. |
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MC2 International. Design e programação [HTML] do hotsite do filme. |
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Centro Cultural Banco do Brasil, MC2. Design e programação [HTML] do hotsite. |
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Centro Cultural Banco do Brasil, MC2. Design e programação [HTML] do hotsite. |
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Design e programação [HTML + ActionScript] de revista eletrônica. Com sistema de gerenciamento de conteúdo próprio. |
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Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos. Design e programação [ActionScript + XML] da Webrádio. |
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Design e programação [ActionScript + PHP]. |
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Design e programação [HTML] do website das oficinas. |
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Design e programação [HTML] do website do coletivo. Com sistema de gerenciamento de conteúdo [WordPress]. |
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Design e programação [HTML] do website das oficinas. Com sistema de gerenciamento de conteúdo [Tiki-Wiki]. |
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Programação [PHP]. Com sistema de gerenciamento de conteúdo próprio.
Design e programação [HTML + PHP] do portal, com sistema de gerenciamento de conteúdo [PHP-Nuke].
Design e programação [HTML] do website do SUFFIB.
Criação de identidade visual gráfica para empresas e eventos. Produção de material gráfico de divulgação.
Mostra 'Hay que reírse, y llorar también',Cartaz, folheto e cartão postal da mostra. Centro Cultural Banco do Brasil e MC2. |
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Flyer. Centro Cultural Banco do Brasil e MC2. |
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Diagramação do newsletter. |
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Letreiros para a exposição fotográfica no SESC Pompéia organizada pelo Espaço Ophicina |
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Tradução de filmes, websites e textos. Legendagem de filmes e ao vivo.
Festival 'É tudo verdade',Tradução e legendagem eletrônica ao vivo. Centro Cultural Banco do Brasil e MC2. |
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Tradução de textos e website do encontro. Centro Universitário SENAC. |
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Tradução do website institucional.
Tradução de guias de viagens.
Tradução de textos do coletivo Contra-Filé.
Edição de áudio e vídeo. Autoração de DVD. Roteirização e desenvolvimento de animações. Criação e operação de apresentações multimídia e vídeo-cenários.
Vídeo-instalação,Vídeo-instalação controlada por dispositivos portáteis. Motomix 2007: Motorola e Plan Music. |
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Intervenção urbana e vídeo instalação. Motomix 2005: Motorola, Wide Produções e Divina Comédia |
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2006, VJclipe, 1'29'' Com VJ Marilot. |
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2006, VJclipe, 1'47'' Produzido com VJ Marilot para a música 'Balancê' do ganhador do Concurso de Remixes de Marchas de Carnaval da Rede Globo, o DJ Kim Pereira. |
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2005, VJclipe, 1'29'' Com VJ George. |
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Produção e seleção de vídeos feitos com dispositivos portáteis para o espaço 'Outros Olhares' na grade da TV Brasil.
Foram produzidos cerca de 40 “Vídeos de Bolso”, por meio da parceria com a TV Brasil – Canal Integración, viabilizados e estimulados pelo Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, do Ministério da Cultura.
Edição de vídeo-palestras e vídeos institucionais. |
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Edição de vídeo-palestras, shows e vídeos institucionais. |
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Edição de vídeo-portfólio da artista plástica Leonora Fink. |
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Produção de animação para campanha interna. |
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Edição de vídeo para o grupo de dança 'Babado de Chita'.
Produção de VJ-clipes para descarga no celular.
Com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva, DJ Alex Kidd, DJ Soul Slinger.... |
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Com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva, DJ Alex Kidd, DJ Soul Slinger.... |
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Com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva ... |
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Com Mário Ramiro, Eduardo Kac, Luiz Duva, DJ Alex Kidd e Cristian Winter. |
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A oficina 'Vídeo de bolso, faça o seu' já foi realizada em 13 ocasiões nas cidades de são Paulo, Santo André, Belém do Pará, Rio Branco e Rio de Janeiro, em mostras, festivais, espaços culturais e centros de inclusão digital.
A oficina já foi ministrada para umas 200 pessoas aproximadamente, de diferentes idades, classes sociais e formações. Como a filosofia da oficina é de ser de 'código aberto', a metade dos participantes foram educadores ou monitores que pretendiam utilizar as ferramentas mostradas dentro de outros projetos ou reproduzir a própria oficina. Calculando uma média de 20 alunos por educador que participou daria aproximadamente um número de pelo menos 2000 pessoas que receberam os conhecimentos apresentados ou parte de eles.
+++ sobre a oficina Vídeo de bolso, faça o seu,A oficina tem como fundamento principal a capacitação dos alunos, de modo que, com os recursos disponíveis, possam produzir mídia, podendo, de esta forma, participar do grande boom que hoje acontece no meio audiovisual.
Esta capacitação passa pelo ensino técnico e também pelas discussões que motiva ao aluno a produzir e publicar vídeos que expressem seu ponto de vista do mundo. A questão principal é a apropriação de este meio de expressão, que entendam as potencialidades e que possam criar e converter-se em atores ativos da construção da cidadania e da cena audiovisual de suas realidades.
As aulas tem um fundo teórico que propícia a apropriação consciente da tecnologia. O aspecto principal, é o fazer encima do pensar, identificando como essas possibilidades podem dar voz aos tópicos que afligem aos participantes e o seu entorno.
Em 2006 a Feitoamouse fecha uma parceria com a TV Brasil – Canal Integração onde são selecionados 40 vídeos produzidos com dispositivos portáteis durante as oficinas para serem exibidos na grade de programação da TV Brasil (que é transmitida para quase todos os países das Américas, do Norte ao Sul). O projeto é estimulado pelo Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, do Ministério da Cultura.
Em 2008 ganham um edital da Prefeitura de Sao Paulo para realizar a oficina no Centro Cultural da Juventude, a oficina se completa com palestras, mostras de vídeos, vídeo-instalação e apresentações de VJing.
Em junho de 2008 foi convidado para apresentar o projeto 'Vídeo de bolso' no Festival Pocket Films de Paris, onde participou nas jornadas de reflexão 'Téléphone mobile et éducation à l’image' (Celulares e o ensino com imagem).
Oficinas Realizadas:
Espaço Gafanhoto - São Paulo (7 e 8 junho 2008)
Promovida por Gafanhoto e Claro. Com Mariana Rillo.
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Centro Cultural da Juventude de Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo (março a junho 2008)
Promovida pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Com Mariana Rillo e George Queiroz.
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Durante o período das oficinas também foram realizadas palestras e mostras de vídeos, apresentações de VJ e a vídeo-instalação interativa 'Desmanche'.
Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo (29 30 e 31 janeiro e 1 fevereiro 2008)
Promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil e produzido pela Associação do Audiovisual. Com Mariana Rillo.
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Cinemateca Brasileira - São Paulo (28 novembro a 3 dezembro 2007)
Promovida Motorola e produzido por Plan Music. Alunos selecionados pelas ONGS: Centro de Profissionalização de Adolescentes, Imagem Mágica, Aldeia do Futuro, Instituto Pão de Açúcar, Constelação, Sala 5, Associação Kinoforum, Mudança com Conhecimento, Cinema e Arte.
Com Fernando Velázquez, Francisco Lapetina e assistência de Guido Otero
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Durante o período das oficinas também foram realizadas palestras e mostras de vídeos, apresentações de VJ e a vídeo-instalação interativa 'SP_Mobile', controlada por celular.
Telecentro do Polo Moveleiro - Rio Branco (13 a 16 fevereiro 2007)
Capacitação para monitores dos municípios da rede de Telecentros do Acre. Com Mariana Rillo.
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Oficina Cultural Oswald de Andrade - São Paulo (22 janeiro a 16 fevereiro 2007)
Promovida pela Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo. Com Mariana Rillo.
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Mezanino das Artes, Estação das Docas - Belém do Pará (10 a 13 outubro 2006)
Promovida pela Mostra Curta Pará Cine Brasil e produzida pela Central de Produção. Com Mariana Rillo.
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Foi organizada também uma mostra dos vídeos produzidos durante a oficina no auditório da Mostra.
Casa da Palavra - Santo André (19 a 21 setembro 2006)
Promovida pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Santo André. Com Mariana Rillo.
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Foi organizada também uma mostra dos vídeos produzidos durante a oficina em celulares e no Auditório da Prefeitura de Santo André.
Memorial da América Latina - São Paulo (11 a 13 julho 2006)
Promovida pelo Memorial da América Latina e produzida por Paleo-TV. Com Mariana Rillo.
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Ponto de Cultura Vila Buarque - São Paulo (junho 2006 e abril 2008)
Promovidas pelo Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos. Com Mariana Rillo.
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A Oficina tem como principal objetivo incentivar a experimentação e a produção de áudio digital, viabilizando projetos radiofônicos para serem divulgados online.
Oficinas e Workshops realizados:
Internet Livre do SESC Santo André - Santo André (13 a 16 maio 2008)
Promovida pelo SESC Santo André dentro do evento 'Semana da rádio'.
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Universidade de São Paulo - São Paulo (agosto 2006)
Workshop promovido pela Cidade do Conhecimento da USP. Com Rodrigo Sampaio.
Ponto de Cultura Vila Buarque - São Paulo (agosto 2006)
Com Mariana Rillo Promovida pelo Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos. Com Mariana Rillo.
Oficinas e Workshops realizados:
La Caja Negra - Oviedo, Espanha (junho 2008)
Promovida por TeleKommando VJs e La Caja Negra.
Centro Cultural da Juventude de Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo (março a junho 2008)
Promovida pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Com Mariana Rillo e George Queiroz.
Cinemateca Brasileira - São Paulo (28 novembro a 3 dezembro 2007)
Promovida por Motorola e produzida por Plan Music. Alunos selecionados pelas ONGS: Centro de Profissionalização de Adolescentes, Imagem Mágica, Aldeia do Futuro, Instituto Pão de Açúcar, Constelação, Sala 5, Associação Kinoforum, Mudança com Conhecimento, Cinema e Arte. Com Fernando Velázquez.
Curso de Comunicação e Multimeios da PUC - São Paulo (março 2007)
Dentro da oficina do professor Rodrigo Gontijo.
Estúdio Dr. DD / Espaço das Américas - São Paulo (setembro 2006)
Professor assistente do VJ Spetto (VisualRadio) e do VJ Oswaldinho (Embolex).
Promovida por Motorola e produzida por Wide Produções.
SESC Pompéia - São Paulo (5 agosto 2006)
Workshop sobre o aplicativo para VJing randoX e sua adaptação para a performance 'Corposcópio', o corpoX. Com Fernando Velázquez.
A Oficina tem como objetivo auxiliar aqueles que se interessam em desenvolver projetos de comunicação em vídeo, mostrando as diversas possibilidades de uso da tecnologia de produção e veiculação de conteúdos audiovisuais pelos canais mais comuns de distribuição, como a Internet ou o DVD.
Ponto de Cultura Vila Buarque - São Paulo (agosto 2006)
Com Mariana Rillo Promovida pelo Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos. Com Mariana Rillo.
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Falo espanhol e me viro bem em português, inglês e francês.